O Panamá já foi o paraíso das compras para o brasileiro. Já não é mais. Quando o real era forte, comprar aqui compensava. Hoje, com o dólar acima de 5 reais, não é a pechincha de antes — mas quem pesquisa ainda compra bem.
O que deixava o Panamá barato para o brasileiro era o câmbio, e essa vantagem de antes acabou. Ainda dá para comprar bem: o segredo é pesquisar — comparar preço nos shoppings e olhar as ofertas de cada loja.
Por Roque Freitas, formado em comunicação, vive no Panamá desde 2010. Quem sou.
Não como já valeu. O que deixava barato para o brasileiro era o câmbio. Com a cotação de dois ou três reais por dólar, comprar aqui compensava; hoje, com o dólar acima de 5 reais, a vantagem de antes acabou.
Em datas como a Black Friday e a Black Week, os descontos são reais. Nessas épocas, com pesquisa, dá para fazer boas compras.
Os shoppings mais visitados por quem vem de fora são o Multiplaza, o Albrook e o Metromall. Não existe outlet nos moldes dos Estados Unidos.
O Albrook é considerado um dos maiores shoppings da América Latina.
É o shopping mais distante da região de hospedagem comum, mas o mais próximo do aeroporto.
O Multiplaza tem lojas de moda como Bershka, Stradivarius, H&M e a Decathlon, de esporte, além de lojas de alto luxo.
Não recomendo. A Zona Livre é de atacado: para levar a mercadoria pela porta é preciso pagar imposto, e nem toda loja vende no varejo. Sem um guia dedicado, o preço costuma sair parecido com o dos shoppings da cidade, e ainda entra o custo de ir até Colón. Vale mais pesquisar sem sair da capital.
Os shoppings têm cartões próprios que dão desconto ao turista, de 5% a 15%. Para usar, é obrigatório apresentar o passaporte.
O câmbio muda. Última verificação desta página: 05/09/2026.
No e-book Panamá Essencial eu detalho os shoppings e onde se cadastrar para os descontos.